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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Seu namorado nunca a deixa sair sem ele? Entenda por que o garoto age assim e acabe com isso.
Porque ele é muito inseguro
Como se sente pior que todos, ele a prende para não correr o risco de você conhecer outro e se apaixonar- por mais a fim do garoto que você seja, na cabeça dele perdê-la é mais do que possível: é provável!
Porque não confia nos seus sentimentos
Ele acredita que manter o compromisso com uma pessoa é difícil-e tem medo de que você concorde com isso! Aí, não se cansa de pedirprovas do seu amor. E uma delas é que você viva grudada nele.
Porque tem culpa no cartório
Meninos que tiveram namoros ruins ou já aprontaram com as namoradas costumam ficar mais possessivos. Eles acham que você pode fazer o mesmo, pois sabem que a tentação é grande!
O problema é com ele ou comigo?
Antes de colocar toda a culpa no seu namorado, leve em conta se suas atitudes não aumentam a insegurança dele. É preciso ver os dois lados!
Sou eu!
Pense no momento em que você e seu namorado estão juntos: se realmente gosta de estar na companhia dele, de beijá-lo e conversar sobre tudo, ainda é dele o seu coração. Se sua vontade de estar com outras pessoas é sempre (atenção, sempre!) maior do que a de vê-lo, será que vale a pena continuar o namoro? Muitas vezes, a gente acaba inventando desculpas para não ter que enfrentar que não está mais a fim de alguém. Terminar é difícil, né?
É o garoto!
Se você tem certeza de que gosta dele, mas não aguenta mais essa situação, está na hora de ter um papo sério com o garoto e pedir que ele mude. Explique que isso está fazendo mal para o namoro de vocês e também está afetando o que sente por ele. Estabeleçam algumas regras: ele para de se estressar tanto e, poroutro lado, você aceita abrir mão de algumas (não de todas!) festas às quais gostaria de ir sozinha.
Saia dessa (e leve-o junto!)
Explique que você precisa de momentos sozinha com as suas amigas-e ele comos amigos dele. Diga que isso pode deixar o namoro mais saudável!

Demonstre seussentimentos por ele.
Se o cara é um pouco inseguro, isso pode ajudá-lo a se sentir melhor. Mas sejasempre sincera!

Apresente sua turma ao garoto. Assim fica mais fácil ele entender que essas pessoas são legais e não representam ameaças ao namoro de vocês.

Divida a sua vida com ete. Contar com o garoto até nos momentos ruins o fará se sentir necessário e, consequentemente, mais próximo de você.

Esteja a aberta a negociações. Ouça as necessidades dele e fale também de suasvontades. Muitas brigas rolam por pura falta de comunicação!

Revista Capricho. Edição nº1096 – 9 de mais de 2010
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
1- É verdade que a menina não corre risco de engravidar na primeira vez?
Corre risco, sim. A idéia de que o hímen na primeira transa protege contra a gravidez é uma grande bobagem. A menina precisa se proteger da mesma forma, usando um método anticoncepcional.



2- Posso pegar Aids na primeira vez?
Lógico que sim. Por isso a camisinha é o passaporte para uma vida sexual mais feliz, tranquila e segura.

3- Camisinha atrapalha e incomoda mais na primeira transa?
Não! A camisinha é a sua garantia de proteção contra DSTs, Aids e gravidez indesejada. Ela não atrapalha nada na primeira vez. O hímen é rompido da mesma forma, e a garota fica mais tranquila.

4- Vou ter sangramento na primeira vez?
A maioria das meninas tem um pequeno sangramento na primeira transa. Esse sangramento é provocado pelo rompimento do hímen (pele bem fininha que fica logo na entrada da vagina). Mas nem toda menina sangra. Isso acontece porque o hímen pode se romper de uma forma que não haja ruptura de vasinhos de sangue ou porque alguns tipos de hímen não se rompem nas primeiras transas.

5- E se o hímen não romper? O que acontece?
Não acontece nada. Algumas meninas têm o que chamamos de hímen complacente (mais elástico e resistente, que não se rompe com facilidade). Ele continuará lá, na entrada da vagina, e pode se romper no futuro.

6- Se eu não sangrar, meu namorado vai acreditar que eu sou virgem?
Muitos garotos sabem que nem toda garota tem sangramento da primeira vez. Se ele não acreditar, você explica a ele o que a gente escreveu aí em cima. Se, mesmo assim, ele continuar duvidando, você pode dar uma boa bronca nele, porque ele está pisando na bola. Por que será que os garotos ainda encanam tanto com essa história de virgindade?

7- É verdade que dói muito?
Não. Essa história de dor insuportável é exagero. A primeira vez e o rompimento do hímen provocam algum grau de desconforto e de dor. Mas não é nada do outro mundo, pelo menos para a maioria das meninas. Quanto mais tensa e insegura a menina estiver, maior será a dor. A tensão prejudica a dilatação e a lubrificação da vagina. Por isso, se bater muita ansiedade, que tal adiar um pouquinho o primeiro encontro?
                                                8- Vou sentir prazer já na primeira vez?
Algumas meninas sentem prazer, sim, desde a primeira vez. Outras estão tão tensas e ansiosas que têm dificuldade de sentir prazer na transa. Se isso acontecer, não encane. Sexo é um longo aprendizado, e a gente melhora com a prática, com o tempo e com a intimidade.

9- A primeira transa muda o corpo, fazendo com que a menina fique com mais cintura?
Bobagem! A vida sexual não muda o corpo feminino. O corpo pode mudar pelas alterações hormonais que acontecem com a garota que está se desenvolvendo, não por causa da transa.

10- Devo ir ao médico antes ou depois da primeira vez?
Procure seu médico antes da primeira vez. Pergunte ao ginecologista tudo o que você quer saber. Discuta suas dúvidas. Garanta sua privacidade e uma linha direta de contato com seu médico. Isso é fundamental para a comunicação entre vocês. A mamãe fica na sala, do lado de fora, combinado? Escolha com o médico o melhor método anticoncepcional para você.

11- Como dizer para ele que quero ter a primeira vez?
Bater papo sobre sexo com seu namorado é fundamental. Se você acha que chegou a hora, qual o problema de dizer isso a ele? Ele não vai achar você vulgar por causa disso. Aliás, os garotos curtem cada vez mais a mulher que fala o que quer e que diz o que sente.

12- Não consigo transar. Fico totalmente fechada. O que acontece comigo?
Algumas meninas ficam tão nervosas e ansiosas que acabam tendo uma contração muscular muito intensa na região da vagina. Existe até nome para isso: vaginismo! Nessa situação, é muito difícil acontecer penetração, e ela pode ser bastante dolorosa. Muita calma nessa hora. Não adianta forçar. Espere um momento mais adequado. Se isso voltar a acontecer, procure a ajuda de um especialista, por exemplo, um terapeuta.

13- A menina pode perder a virgindade com os dedos?
Não é o mais comum, mas ela até pode perder a virgindade (ter o hímen rompido) com os dedos. Se ela ou o namorado introduzirem os dedos dentro da vagina, de uma maneira um pouco mais afoita, esse risco existirá, sim.

14- Perder a virgindade é igual a ter o hímen rompido?
Muita gente acha que sim, que a perda virgindade é o rompimento do hímen. Outras pessoas acham que perda da virgindade tem a ver com o início de uma vida sexual mais íntima com outra pessoa (brincadeiras, preliminares, sexo oral, sexo anal etc.). E, nesse caso, o rompimento do hímen seria apenas mais uma etapa. Será que essa segunda teoria não está mais adequada ao que rola hoje em dia?

15- Dá para usar camisinha feminina da primeira vez?
Até dá, mas é mais complicado. Os especialistas preferem que a garota inicie sua vida sexual com a camisinha masculina. E, aí sim, se preferir, poderá passar a usar a camisinha feminina.

16- Duas garotas que vão ter a primeira vez uma com a outra precisam de algum cuidado?
Precisam, sim, ter alguns cuidados básicos: sexo oral deve ser feito com proteção (camisinha cortada ou filme plástico na entrada da vagina), e objetos de uso íntimo (como vibradores) não devem ser compartilhados sem que estejam devidamente lavados, secos e limpos, certo? O ideal é que cada uma use o seu.

Publicidade da Folha de S.Paulo
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Do dicionário, paixão (do verbo latino, patior, que significa sofrer ou suportar uma situação dificil) é uma emoção de ampliação quase patológica. O acometido de paixão perde sua individualidade em função do fascínio que o outro exerce sobre ele. É tipicamente um sentimento doloroso e patológico, porque, via de regra, o indivíduo perde parcialmente a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio.

Quem nunca sentiiu aquele famoso "friozinho na barriiga" ao ver ou falar com alguem? Essa tal de paixão é louca, ardente, intenssa! ao mesmo tempo é misteriosa, gostosa, fatal.

A paixão nos leva a fazer coisas inexplicáveis, muitas vezes não pensamos para fazer, simplesmente agimos sem se importar com as consequências, afinal, o que vale é estar ao lado da outra pessoa e ponto. Não importa se vc pode perder um voo ou chegar atrasado em um jantar com seu chefe. não importa onde a pessoa esteja, você faz de tudo e mais um pouco para poder ve-la, abraça-la.

Acredito que paixão, temos muitas ao longo da vida, conhecemos pessoas aqui, outra ali. É numa tarde em um churrasco, uma balada com as amigas, uma viagem ou uma ida à padaria, nunca se sabe quando e onde vamos encontrar nossa proxima paixão. Falando assim até parece que é algo sem importância que encontramos em qualquer lugar, mas por favor, não em entendam mal, só quis dizer que isso não tem hora nem lugar, simplesmente acontece.

Maas, não podemos confundir paixão com amor, paixão é passageiro, amor é para sempre, quando nos apaixonamos, não vemos defeitos, acho que passamos mais tempo pensando em estar com a pessoa do que nos defeitos dela, mas tem uma hora que começamos a reparar, é ai que entra o amor... se continuar com a pessoa, mesmo com todos do defeitos e qualidades, você encontrou a pessoa certa, é como fala a propaganda do bombom Serenata de Amor, vocês se lembram?



"Segundo alguns psicanalistas, quando se apaixona,
você não se relaciona com alguém de carne e osso,
mas com uma projeção criada por você mesmo;
E a projeção que fazemos é a de um ser absolutamente perfeito.
Mas depois de um período a projeção acaba,
e você passa a enxergar de verdade a pessoa com quem está se relacionando.
Invariavelmente, algumas virtudes do parceiro ou da parceira
vão embora junto com a projeção, outras ficam...
E se o que ficou de cada um for suficiente para os dois,
a relação perdura, caso contrário...
Ninguém sabe o que faz o botãozinho ligar e iniciar uma nova projeção,
as vezes é quando menos se espera... ;]
O amor é inexplicável, mas tem umas coisas que você pode entender!"

 Tem alguem apaixonada ai?? =D

sábado, 21 de setembro de 2013
Meus avós já estavam casados há mais de cinquenta anos e continuavam jogando um jogo que haviam iniciado quando começaram a namorar.

A regra do jogo era que um tinha que escrever a palavra "NEOQEAV" num lugar inesperado para o outro encontrar e assim quem a encontrasse deveria escrevê-la em outro lugar e assim sucessivamente.
Eles se revezavam deixando "NEOQEAV" escrita por toda a casa, e assim que um a encontrava era sua vez de escondê-la em outro local para o outro achar.
Eles escreviam "NEOQEAV" com os dedos no açúcar dentro do açucareiro ou no pote de farinha para que o próximo que fosse cozinhar a achasse. Escreviam na janela embaçada pelo sereno que dava para o pátio onde minha avó nos dava pudim que ela fazia com tanto carinho.
"NEOQEAV" era escrita no vapor deixado no espelho depois de um banho quente, onde a palavra iria reaparecer depois do próximo banho.
Uma vez, minha avó até desenrolou um rolo inteiro de papel higiênico para deixar "NEOQEAV" na última folha e enrolou tudo de novo.
Não havia limites para onde "NEOQEAV" pudesse surgir.
Pedacinhos de papel com "NEOQEAV" rabiscado apareciam grudados no volante do carro que eles dividiam.
Os bilhetes eram enfiados dentro dos sapatos e deixados debaixo dos travesseiros.
"NEOQEAV" era escrita com os dedos na poeira sobre as prateleiras e nas cinzas da lareira. Esta misteriosa palavra tanto fazia parte da casa de meus avós quanto da mobília. Levou bastante tempo para eu passar a entender e gostar completamente deste jogo que eles jogavam. Meu ceticismo nunca me deixou acreditar em um único e verdadeiro amor, que possa ser realmente puro e duradouro.
Porém, eu nunca duvidei do amor entre meus avós.
Este amor era profundo. Era mais do que um jogo de diversão, era um modo de vida.
Seu relacionamento era baseado em devoção e uma afeição apaixonada, igual as quais nem todo mundo tem a sorte de experimentar. O vovô e a vovó ficavam de mãos dadas sempre que podiam.
Roubavam beijos um do outro sempre que se batiam um contra outro naquela cozinha tão pequena. Eles conseguiam terminar a frase incompleta do outro e todo dia resolviam juntos as palavras cruzadas do jornal. Minha avó cochichava para mim dizendo o quanto meu avô era bonito, como ele havia se tornado um velho bonito e charmoso.
Ela se gabava de dizer que sabia como pegar os namorados mais bonitos.
Antes de cada refeição eles se reverenciavam e davam graças a Deus e bençãos aos presentes por sermos uma família maravilhosa, para continuarmos sempre unidos e com boa sorte.
Mas uma nuvem escura surgiu na vida de meus avós: minha avó tinha câncer de mama. A doença tinha primeiro aparecido dez anos antes.
Como sempre, vovô estava com ela a cada momento.
Ele a confortava no quarto amarelo deles, que ele havia pintado dessa cor para que ela ficasse sempre rodeada da luz do sol, mesmo quando ela não tivesse forças para sair.
O câncer agora estava de novo atacando seu corpo.
Com a ajuda de uma bengala e a mão firme do meu avô, eles iam à igreja toda manhã. E minha avó foi ficando cada vez mais fraca, até que, finalmente, ela não mais podia sair de casa. Por algum tempo, meu avô resolveu ir à igreja sozinho, rezando a Deus para zelar por sua esposa. Então, o que todos nós temíamos aconteceu.
Vovó partiu.
"NEOQEAV" foi gravada em amarelo nas fitas cor-de-rosa dos buquês de flores do funeral da vovó.
Quando os amigos começaram a ir embora, minhas tias, tios, primos e outras pessoas da família se juntaram e ficaram ao redor da vovó pela última vez.
Vovô ficou bem junto do caixão da vovó e, num suspiro bem profundo, começou a cantar para ela.
Através de suas lágrimas e pesar, a música surgiu como uma canção de ninar que vinha bem de dentro de seu ser. Me sentindo muito triste, nunca vou me esquecer daquele momento. Porque eu sabia que mesmo sem ainda poder entender completamente a profundeza daquele amor, eu tinha tido o privilégio de testemunhar a beleza sem igual que aquilo representava.
Aposto que a esta altura você deve estar se perguntando:
"Mas o que NEOQEAV significa?"
Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Hoje vou tratar de um tema delicado: PRECONCEITO contra gays, lésbicas e bi sexuais. Infelizmente vivemos em uma sociedade homofóbica. Qual o problema de um garoto gostar de outro garoto, ou uma menina, de outra menina? Nossa sociedade já avançou tanto, acho que o próximo passo é deixar esse preconceito de lado e aceitar cada pessoa como ela é! Fico indignada com noticias falando de agressões contra gays, quem os agride (seja fisicamente ou verbalmente) devia ir preso e não sair nunca mais. Com esse posto quero tentar abrir um pouco mais a cabeça das pessoas pra esse tema, entrem nessa campanha e XÔ PRECONCEITO!
Bom, entrevistei 3 pessoas *Arthur (gay),* Melissa (lésbica) e *Estevan (bi)
*Nomes modificados para preservar a privacidade de cada um.
Desde já agradeço aos três por participarem da entrevista!

1. Fale um pouco sobre você (quantos anos, se estuda/trabalha, o que gosta de fazer...)
Arthur: Bom, tenho 15 anos, curso o 2º ano do ensino médio, gosto de desenhar roupas, quero muito ser estilista.

Melissa: Tenho 16 anos, estudo e estou no 2º em, atualmente eu curto estar com quem eu gosto (namorada, amigos), sair pra boates e cinema também sempre é uma boa.

Estevan: Tenho 17 anos, por hora só estudo, sou mais de boa, gosto de sair com os amigos programas mais de boa, onde se possa mais conversar e curtir. Gosto de musicas, séries e alguma atividade física pra passar o tempo, ou quem sabe só sentar e ver o céu. Todos os meus amigos dizem que eu não sou um pessoa comum, que eu sou diferente, sempre foi assim ate antes deles saberem sobre mim e tals. Eu gosto disso, porque não gosto de ser comparado com ninguém.

2. Quando percebeu sua atração por garotos/garotas?
Arthur: Acho que isso não teve data certa, eu achava isso muito estranho, pelas minhas influencias abominar esse tipo de relação, achava que seria uma fase ou algo do tipo, mas eu estava na 6ª série do ensino fundamental, e comecei a ver garotos de outra forma, me sentia deslocado com eles, não fazia nada com eles sempre andei com meninas, e as vezes via q ficava meio sem lugar por ser assim.

Melissa: Eu na verdade acho que desde sempre me sentia um pouco diferente das minhas amigas, sempre que passava aquele “gato” na rua e elas comentavam era meio que estranho porque eu não via nada de mais. Com o tempo eu fui percebendo que as mulheres na rua, sim me chamavam atenção. A primeira vez que eu fiquei com uma menina eu tinha 15 anos, pode não fazer muito tempo mas foi ali que eu percebi que era de garotas que eu gostava.

Estevan: Eu deveria ter uns 14 anos talvez um pouco menos, foi quando eu percebi que tinha algo diferente comigo, o que a maioria consideraria "algo de errado" o que eu também considerei e neguei por um tempo, ate eu perceber que não tinha outro jeito era aquilo e pronto. Mas isso demorou um tempo, faz um pouco mais de um ano que eu realmente considerei isso na minha vida.

3. Sua família sabe? Como foi contar? Aceitaram numa boa?
Arthur: Não, minha família não sabe de tudo isso, mas planejo contar, muito breve, não quero ter que sair escondido com meu namorado até alguém me ver, e eles ouvirem isso da boca de outra pessoa a não ser eu. Tenho receio claro, do que poderão pensar ou que farão comigo, mas estou decidido, porque se me amam de verdade não tem porque me rejeitarem.

Melissa: Os meus pais sabem, eu contei pela minha namorada porque a gente achava que seria mais fácil pra gente ficar juntas se contássemos e não foi nada fácil. Eles na verdade ainda não aceitam. Já briguei muito com minha mãe por isso mas hoje em dia meus pais meio que ignoram essa minha opção.

Estevan: Difícil falar isso porque são todas famílias diferentes e o meu exemplo não é o melhor, meus pais são separados e por conta disso eu tenho muita liberdade. Da minha família só meu pai e minha irmã sabem, minha irmã e eu sempre fomos abertos então sempre de boa, meu pai eu quis contar porque eu achei que já estava na hora de alguém saber, alguém "de casa" saber, meu pai eu não vou dizer exatamente que ele aceitou, mas nunca fomos próximos então isso não faz muita diferença na vida dele. Ele me trata normal, a medida de tudo, mas eu ainda sinto ele um pouco, sei lá, com tudo isso ainda. A questão não é contar, o difícil é fazer a sua família assimilar que aquilo é normal. Algumas pessoas, minha mãe, por exemplo, são do tipo que eu não faço questão nenhuma de saberem, cada um é cada um, e tem a sua própria família, e todos sabem quem na sua família aceitaria mais isso e quem não aceitaria e minha mãe se encaixa muito no não aceitaria.

4. A essência desse post é tratar do preconceito que infelizmente há, e muito. Então como é lhe dar com isso?
Arthur: É inevitável, repulsão ou surpresa ao “novo” ou aquilo que não estamos muito acostumados, é normal. Mas eu lido de forma racional, eu ignoro, mas dificilmente eu esqueço.

Melissa: Eu particularmente nunca sofri um preconceito direto. Sempre rola as zuações e brincadeirinhas, principalmente no colégio. Mas normalmente isso acontece entre amigos e eu acabo levando na brincadeira.
Estevan: É difícil pra todos, eu admito que apesar de conseguir viver passando por cima disso, não é fácil e nem todo mundo consegue não se importar. Como eu falei eu sou diferente, e eu sem duvida sou do tipo que não liga pra opinião alheia, só considero realmente aquelas pessoas que eu me importo e se importam comigo também. Apesar de ser fácil pra eu conseguir viver na sociedade pra grande maioria não é, o meu jeito como pessoa e os meus conceitos facilitam isso, mas a grande maioria é muito julgada pelo seu jeito, roupas, ações, palavras, etc.. A sociedade não enxerga que isso é normal, ou pior ela não enxerga que isso existe, a grande maioria das pessoa não tem exatamente preconceito e sim uma repulsa, por não conhecer e só por achar, achar e achar. As pessoas sabem de algo criam um conceito e vivem nele, se essa visão fosse mudada provavelmente uma grande parte do preconceito acabaria, pelo fato das pessoas não verem aquilo na suas vidas, acaba sendo algo fora do comum. Nos somos uma minoria apesar de tudo, mas uma minoria barulhenta que abala a maioria, na minha cabeça é tosco isso de ter que lutar pelo nossos diretos, pelo nosso espaço, quando isso é uma coisa que já tem que existir. Ninguém gosta de abaixar a cabeça pro outro, ninguém é melhor que ninguém então ninguém tem que fazer isso.

5. Já sofreu muito preconceito? Conte-nos uma situação que tenha passado.
Arthur: Sim já, desde sempre andei com garotas, era com quem me identificava, dessa forma eles (os garotos) percebiam que não era como eles. Então sempre riam quando eu falava ou lia textos na aula, gritavam palavras desagradáveis pra me atingir.
Teve uma vez, acho que foi a mais constrangedora pra mim, eu estava sentado como de costume com minhas amigas na hora do intervalo, veio um menino, duas séries a cima da minha e me chutou, o amigo dele riu, e algumas das minhas “amigas” também, e ele irônico me pediu desculpas, dai ele deu a volta no corredor e me chutou novamente eu sem sabia o que fazer por medo, e com vergonha pelas minhas amigas abaixei a cabeça e esquivei a perna de modo que não tinha como me atingir. Depois ele sentou-se no grupinho com minhas amigas com o amigo dele e começou a fazer gracinha para uma delas, que não parava de rir, depois de um tempo dele conversando repararam que eu estava de cabeça baixa, não queria estar ali, mas por medo de sair de lá ou de chorar na frente de todos fiquei quieto lá. Essa hora, que me repararam ele começou a me usar como piada, perguntando se eu tinha algum amigo garoto, ou se já tinha “pegado” alguma menina, mas eu fiquei calado, uma das meninas falou que eu era marido dela, ele começou a rir e falou isso é coisa de baitola. E me deu um tapa na cabeça, daí a mesma menina me abraçou e xingou ele, eu não sabia o que fazer eu estava muito envergonhado e não via a hora de sair daquele lugar.
E cada dia que isso acontecia, eu tinha mais medo de ir à escola, e eles fazerem a mesma coisa de novo ou pior, eu saia e entrava o mais rápido, para que não me vissem e terem do que rir.

Melissa: Nunca sofri muito preconceito mas teve um pouco na parte da minha mãe. Eu fiquei mal por ela não aceitar e querer mudar o meu jeito mas relevei ,até porque nenhuma mãe gostaria de uma filha lésbica.

Estevan: Já sim, não explicito, tipo na minha cara mas sim situações bem chatas. Eu penso o seguinte, você pode não gostar de uma pessoa pelo que ela é, pelo jeito dela ou algo assim, você pode muito bem considerar uma pessoa chata, insuportável ou sei lá mais o que, existem milhões de motivos pra não se gostar de alguém, você não é obrigado a gostar de todos os heteros só por eles serem heteros não é? É a mesma coisas vc não é obrigado a gostar de todos os gays, bis e lésbicas, não é isso que a gente quer, só queremos não ser diferentes, mas gente chata tem em todo lugar. Mas vc não pode julgar ela ou reprimir, ou qualquer outra coisa do tipo, por uma escolha sexual, oq afinal não é uma escolha, isso é de cada um e é inevitável, ou seja ninguém escolhe.
Já passei situações do tipo, estar em lugares públicos, frequentados por pessoas de verias opções, e mesmo assim ainda ter que ouvir algum babaca ou uma vagabunda qualquer gritando algo idiota nas minhas costas, ou alguém simplesmente passando e me olhando de forma estranha só por estar com alguém as vezes do mesmo sexo. Eu falo assim porque quem me conhece sabe, que o único jeito de saber oq eu sou é me conhecendo muito bem ou me ver junto com outra pessoa. Só acho muito fácil vc gritar algo de longe sem saber, sem conhecer e apenas julgar oq vc acha que errado só pq na sua cabeça algo diz que é assim. Sinceramente, eu tenho muita preguiça de pessoas assim, porque é o tipo de gente que simplesmente não vale a pena, a pessoa não tem noção das coisas e não tem nem a noção do ridículo de ver q o q ela ta fazendo chega a ser triste, mas não digno da minha pena.


6. Como você acha que a sociedade encara a homossexualidade hoje em dia?
Arthur: Já é normal isso, mas existem pessoas com vários tipos de opiniões, os que tratam como se fosse uma doença, os que entendem que não é escolha, e outros que simplesmente forçam pra entender, mas que não querem entender a verdade.

Melissa: Já foi pior. Hoje com o número de homossexuais se assumindo, acho que as pessoas passaram a entender que a partir do momento que elas “saem do armário” quer dizer que estão prontas pra enfrentar o que vier e que se elas são assim, são porque nasceram assim e nada vai muda-las. As pessoas estão finalmente entendendo que somos todos iguais, e não é uma opção sexual que vai mudar isso. A sociedade está mudando, mas ainda há muito o que fazer pra que todos vivam em paz.
Que a sociedade julga qualquer um precipitadamente todo mundo sabe, pq isso é o preconceito. E ele vai existir enquanto as pessoas simplesmente fecham os olhos quando o veem em ação.
Estevan: Ela não encara, ela tapa os olhos e finge que não vê. Ate quando algo acontece dentro da casa dela ou próximo o suficiente.. Falo da grande maioria, algumas famílias, tem pessoas que realmente entendem e não dão a mínima pra isso é tão normal quanto o normal

7. O que acha que se deve fazer para a integração social dos homossexuais e diminuir o preconceito?
Arthur: Mais informação, pelo motivo de ser questão de opinião, então vai de cada pessoa querer entender, se não tiver muitos lugares mostrando o que é, não tem como mudar. Mas não precisa aceitar ou gostar ou aprovar isso, somente é preciso o respeito, e a compaixão.

Melissa: Não há mais nada a ser feito além de conscientizar as pessoas a pararem de ter um pensamento tão sujo a ponto de pensar que uma pessoa deve sofrer preconceito porque gosta de pessoas do mesmo sexo.

Estevan: Acho que sei lá, mostrar as pessoas o q já existe, tenho certeza que se a Tv mostrasse verdadeiramente o q acontece, muita gente acordaria.. Sim outros ficariam ainda mais revirados, mas se não lidarmos com eles, não poderemos viver, como disse gente chata tem em todo o lugar. Acho que é basicamente isso informação, o q falta. E acho que a interferência demais de questões religiosas, ninguém pode dizer a ninguém o q é certo ou errado, isso é um dos grandes problemas, as pessoas tem medo de se assumir por causa da repressão da família por causa desses costumes ditados por outros. Outro problema são que essas pessoas cercadas por religiões, são cegas muitas delas nem sabem o motivo de não aceitarem aquilo, é basicamente por que alguém falou pra elas que é errado e pronto. Acho isso muito ridículo.. E Não, Deus não tem nada haver com isso, as pessoas tem que ver que Deus é muito mais que uma religião, ou alguma imagem ou algo escrito. Ele não quer que a diferença receba um fim pela força ou qualquer coisa, ele só quer que vivamos com a diferença como algo bom. Pelo menos eu acredito nisso, não podemos gostar de todo mundo, e nem precisamos, mas não podemos nunca julgar alguém por algum motivo fútil, e pensar no outro antes de agir ou fazer algo.

8. Deixe um recado ou acrescente algo que você queira. Totalmente ao seu critério.
Arthur: Tudo que eu passei, por todo esse tempo, que eu aguentei calado não falava com ninguém por vergonha, e hoje já falo disso com mais facilidade, isso serviu pra me mostrar que eu não escolhi nascer assim, eu não escolhi apanhar na escola, não escolhi ser olhado de forma diferente, eu apenas nasci assim.

Melissa: A minha dica, é pra vocês que pensam em se assumir em casa e etc. Não façam isso antes de ter certeza do que sentem, não façam isso porque a sua namorada/namorado pediu, não façam isso sob pressão alguma, não façam isso achando que seus pais são liberais e principalmente, não façam isso precipitadamente. A não ser que já tenham mais de 18 anos e condições pra se bancar sozinhos. É uma coisa que pode mudar sua vida completamente. Palavras de uma garota que se arrepende imensamente de ter se assumido para os pais antes da hora, eu.
Estevan: Acho que as pessoas deveriam pensar pela sua própria cabeça, mas considerar o novo e o diferente sempre como algo bom, sempre tentar ver o lado bom, não digo isso só por essa questão da sexualidade, mas pra vida. Em outras palavras veja e aprenda antes de formar a sua opinião, e não seja levado pela opinião do outro. Acho que é bem isso.

Espero que tenham gostado das entrevistas e que abram mais a mente para esse assunto, diga NÃO ao preconceito!!


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Quem nunca imaginou viver uma linda história de amor, daquelas de cinema, quando os olhares se cruzam e nada mais que está a sua volta importa, só você e ele. Queria convidar vocês a viajarem em uma dessas lindas histórias.
Era uma terça-feira de carnaval, lá pelas tantas ja. Ela estava com um menino, no qual ja tinha ficado antes e  essa noite decidiram curti juntos esse ultimo dia de festa. Ele estava com alguns amigos que iam e vinham sem ela nem perceber, até a hora que chegou um lindo menino com o sorriso que a deixou maravilhada. Ela ficava o 'espiando', vendo o que ele fazia, cada movimento, até que finalmente ele percebeu ela ali, foi quando os olhares se cruzaram e não teve jeito, ao longo da noite, todo mundo percebeu o clima que rolou entre os dois (inclusive o menino que ela estava). Mas foi incrível, como se aqueles dois ja tivessem se conhecido antes, em outra vida talvez. Mas ali não podiam fazer mais nada alem de trocar algumas palavras, mas os olharem intensões que rolavam ja era o suficiente para aquela estranha conexão aumentar a cada minuto. Infelizmente amanheceu e ele foi embora. Mas não acaba por ai. Ela pegou as redes sociais do cara que ela estava e não demorou muito para achar 'o Cara' entre os amigos dele. Então nisso ficavam noites e mais noites ate de manha conversando pelo msn, mas nem tudo eram flores, apesar daquela intensa conexão, havia uma outra menina e ele favada dela e ela não podia fazer nada (até porque um mora bem longe do outro) e dava a maior 'força' para os dois, ate que começaram a namorar e os dois se afastaram um pouco, mas por ironia do destino eles voltaram a conversar (ele ainda namorava) mas as conversas foram ficando mais serias e um sentimento começou a nascer. Até que um dia ela foi pra cidade onde eles se conheceram e finalmente se reencontraram, passaram um dia lindo juntos. Houveram algumas desavenças depois que ela foi embora, ele ainda namorava e ela meio que 'terminou' com ele por não querer sempre ser a 'outra', não estava fazendo bem para o EGO dela. Então se afastaram novamente... Mas acho que o destino não quer eles separados e mais uma vez voltaram a conversar, tempos depois ele terminou o namoro. Não estavam conversando tanto quando antes. Ate que no outro carnaval (coincidentemente ou não, foi numa terça-feira) se reencontraram novamente, mas não combinaram nada, mais uma vez uma peça do destino, mas dessa vez ele só fez os dois se veem mesmo, porque ela ficou com outra cara, se arrependeu, mas já era tarde, mas passaram o resto da noite conversando... Uma semana depois ela começou a namorar (é... ainda não foi dessa vez), ele mandava SMS para ela, mas só respondia o básico ou as vezes nem respondia, por mais que ela quisesse, ela se sentia culpada por isso. Tempos depois ela terminou, os dois se reaproximaram novamente, até que um dia ele a disse que não sentia mais a mesma coisa que sentia antes, ela ficou arrasada e decidiu voltar para o namorado. Quando ele ficou sabendo, mandou SMS para ela perguntando (ou melhor, brigando) porque ela voltou e 'bla bla bla' e disse que o que ele havia falado sobre o sentimento dele, era mentira, que ele nunca deixou de a amar, só disse aquilo por causa da distancia que os separavam. Ela ficou meio confusa, mas continuou namorando. Eles conversaram bastante nessa época. Até que novamente ela terminou e as conversas ficavam cada vez mais constantes, só que como aconteceu da outra vez... as conversas que eram diárias, foram diminuindo, mas sem perder o contato... Combinaram novamente de se reencontrarem.
O desfecho dessa historia? Vou deixar na imaginação de cada um, façam o seu final feliz, do jeito que acham que devem ser, do jeito que vocês gostariam que fossem com vocês.

domingo, 26 de agosto de 2012
Semana passada meu namorado me enviou por sms e resolvi compartilhar com vocês, pode ate ajudar no relacionamento *--*


sexta-feira, 30 de março de 2012
Tem coisas na vida que não conseguimos esquecer... nem se passar um milênio aquilo sai da nossa cabeça. E quando sento na rede fico olhando o por do sol e lembrando de cada uma dessas coisa... rindo sozinha! Não tem como esquecer momentos da infância... criada no interior, vem tanta coisa à minha cabeça... risos inocentes...  vem a primeira paixão aaah quem esquece da primeira paixão? aquele menininho da primeira escolinha, que ja falamos que é nosso namorado e ficamos de mãos dadas pensando que é gente grande rsrsrs e as brincadeiras na rua; bola, subir (e cair) das árvores, pique esconde, pega pega (...) crescemos e entao vem o primeiro beijo... esse ninguém esquece! bate aquele nervosismo, o friozinho na barriga, medo de fazer algo errado. tem as amizades coloridas kkk depois chega o primeiro namorado... era aquela coisinha fofa e mais uma vez pensando que era gente grande rsrs. e por último mas não menos importante... o primeiro AMOOR. esse não da pra esquecer mesmo. não tenho nem palavras pra descrever o quão inesquecível é o primeiro amor. Por mais que tentamos, não conseguimos esquecer os momentos juntos. simplesmente não tenho palavras pro amoor...
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim. 

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.




quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Garotos adoram meninas que não se entregam fácil. Torne-se um desafio irresistível para eles
Bom humor sempre
Acredite: um sorriso sincero ou levemente tímido conquista mais do que um cabelo de parar a escola. Mas nada de gargalhadas escandalosas só para chamar a atenção, hein? #mico
Escondendo o crime
A gente sabe que é difícil não olhar o mural dele de cinco em cinco minutos. Mas, se o garoto perguntar o que vocêachou de um vídeo que ele postou no Facebook, demonstre interesse, mas finja que não viu (ou que não se Lembra). Ele vai se esforçar ainda mais para chamar sua atenção.
Agenda cheia Ele convidou você parasair? Diga algo como: "Hum, preciso ver o que as meninas vão querer fazer amanhã. Posso te responder daqui a pouco?"

Amigos, amigos... Jamais se promova,dizendo como é simpática, popular e inteligente na frente do menino. A atitude esperta é transformar os amigos dele em aliados e deixá-los fazer a propaganda por você.;}
Garota de opinião Quanto mais interessante o cara, mais meninas vão babar por tudo o que ele disser. Mostre que tem atitude discordando de alguns assuntos (mas sem ofendê-lo, por favor). Afinal, qual a graça de alguém que concorda com tudo e não tem nada a acrescentar?
Superpop Quando estiver com a galera, não o ignore, mas também não dê atenção exclusiva ao garoto. Assim, você mostra o quanto é simpática e requisitada na turma.

Como conquistar um garoto...
...inseguro, que até puxa um papo, mas fica envergonhado.
Converse com ele, porém longe dos seus amigos (ou dos dele). Assim, o menino não se sente pressionado e pode ser ele mesmo.
...tímida, que têm dificuldade em começar uma conversa.
Não se declare logo de cara. Faça-o se sentir à vontade mostrando que vocês têm coisas em comum (amigos, banda favorita...).
...Colírio, do tipo que faz todas as meninas suspirarem.
Deixe claro que não basta ser popular para conquistá-la. Seja simpática, mas procure se manter firme e não se derreter no primeiro xaveco do garoto (se isso for impossível, finja!).
...amigo, que você nunca sabe se está brincando ou a fim de você.
Urna hora ele vai ter que ser mais claro sobre as intenções. Enquanto isso não acontece, continue com as brincadeiras "inocentes". Dessa forma, você dá abertura para o garoto se declarar e, ao mesmo tempo, não estraga a amizade caso ele não demonstre interesse.


As situações mais embaraçosas - e como sair delas
No meio da galera, aquela garota sem noção diz bem alto que você e o seu ficante estão namorando.Não negue, mas também não confirme. Dê um sorriso misterioso e deixe o assuntono ar. Quem sabe ele não entende o recado?
Você fez um comentário no mural do Facebook dele e, em seguida, searrependeu.Em vez de apagar, peça para suas amigas comentarem o que você disse. Seu fora vai passar despercebido.
Alguém deixou escapar para o garoto que você esta completamenteapaixonada por ele.Se negar, ele vai achar que era mentira e não tomará a iniciativa, O melhore fingir que não sabe da fofoca e agir naturalmente.
O menino mandou um amigo checar se você gosta dele (e, claro, a suspeita dele estava certa...)Diga: "Se ele quer saber, por que não vem me perguntar?" Assim, deixa uma dúvida e mostra que o garoto precisa 
se esforçar um pouco mais.

Revista Capricho Edição nº 1130. 28 de agosto de 2011