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domingo, 8 de dezembro de 2013
Amanhã...
Amanhã pode ser muito tarde.
Para você dizer que ama,
Para você dizer que perdoa,
Para você dizer que desculpa,
Para você dizer que quer tentar
de novo...
Amanhã pode ser muito tarde
Para você pedir perdão,
Para você dizer: Desculpe-me, o
erro foi meu!,..
O seu amor, amanhã, pode já ser
importante;
O seu perdão, amanhã, pode ser
desnecessário;
A sua chegada, amanhã, pode já não ser
esperada;
O seu carinho, amanhã, pode já não ser mais
querido;
O seu abraço, amanhã, pode já não
encontrar outros braços...
Porque amanhã pode ser muito
...muito tarde!
Não deixe para amanhã
para dizer:
Que dia lindo!
Eu estou feliz!
Eu amo você!
Estou com saudades de
você!
Perdoe-me!
Desculpe-me!
Você está tão bem!...
Não deixe para amanhã O
seu sorriso, O seu abraço, O seu carinho, O seu trabalho,
O seu sonho, A sua
ajuda...
Não deixe para amanhã
para perguntar:
Por que você está triste?
O que há com você?
EiL.Venha cá, vamos conversar...
Cadê o seu sorriso?
Ainda tenho chance?...
Já percebeu que eu
existo?
Por que não começamos de novo?
Estou com você.
Sabe que pode contar
comigo?
Cadê os seus sonhos?
Onde está a sua garra?...
Lembre-se:
Amanhã pode ser tarde...muito
tarde!
Procure. Vá atrás! Insista!
Tente mais uma vez!
Só hoje é definitivo!
Amanhã pode ser tarde..
Maria Amélia - março/2012
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Do dicionário, paixão (do verbo latino, patior, que significa sofrer ou suportar uma situação dificil) é uma emoção de ampliação quase patológica. O acometido de paixão perde sua individualidade em função do fascínio que o outro exerce sobre ele. É tipicamente um sentimento doloroso e patológico, porque, via de regra, o indivíduo perde parcialmente a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio.
Quem nunca sentiiu aquele famoso "friozinho na barriiga" ao ver ou falar com alguem? Essa tal de paixão é louca, ardente, intenssa! ao mesmo tempo é misteriosa, gostosa, fatal.
A paixão nos leva a fazer coisas inexplicáveis, muitas vezes não pensamos para fazer, simplesmente agimos sem se importar com as consequências, afinal, o que vale é estar ao lado da outra pessoa e ponto. Não importa se vc pode perder um voo ou chegar atrasado em um jantar com seu chefe. não importa onde a pessoa esteja, você faz de tudoe mais um pouco para poder ve-la, abraça-la.
Acredito que paixão, temos muitas ao longo da vida, conhecemos pessoas aqui, outra ali. É numa tarde em um churrasco, uma balada com as amigas, uma viagem ou uma ida à padaria, nunca se sabe quando e onde vamos encontrar nossa proxima paixão. Falando assim até parece que é algo sem importância que encontramos em qualquer lugar, mas por favor, não em entendam mal, só quis dizer que isso não tem hora nem lugar, simplesmente acontece.
Maas, não podemos confundir paixão com amor, paixão é passageiro, amor é para sempre, quando nos apaixonamos, não vemos defeitos, acho que passamos mais tempo pensando em estar com a pessoa do que nos defeitos dela, mas tem uma hora que começamos a reparar, é ai que entra o amor... se continuar com a pessoa, mesmo com todos do defeitos e qualidades, você encontrou a pessoa certa, é como fala a propaganda do bombom Serenata de Amor, vocês se lembram?
Quem nunca sentiiu aquele famoso "friozinho na barriiga" ao ver ou falar com alguem? Essa tal de paixão é louca, ardente, intenssa! ao mesmo tempo é misteriosa, gostosa, fatal.
A paixão nos leva a fazer coisas inexplicáveis, muitas vezes não pensamos para fazer, simplesmente agimos sem se importar com as consequências, afinal, o que vale é estar ao lado da outra pessoa e ponto. Não importa se vc pode perder um voo ou chegar atrasado em um jantar com seu chefe. não importa onde a pessoa esteja, você faz de tudo
Acredito que paixão, temos muitas ao longo da vida, conhecemos pessoas aqui, outra ali. É numa tarde em um churrasco, uma balada com as amigas, uma viagem ou uma ida à padaria, nunca se sabe quando e onde vamos encontrar nossa proxima paixão. Falando assim até parece que é algo sem importância que encontramos em qualquer lugar, mas por favor, não em entendam mal, só quis dizer que isso não tem hora nem lugar, simplesmente acontece.
Maas, não podemos confundir paixão com amor, paixão é passageiro, amor é para sempre, quando nos apaixonamos, não vemos defeitos, acho que passamos mais tempo pensando em estar com a pessoa do que nos defeitos dela, mas tem uma hora que começamos a reparar, é ai que entra o amor... se continuar com a pessoa, mesmo com todos do defeitos e qualidades, você encontrou a pessoa certa, é como fala a propaganda do bombom Serenata de Amor, vocês se lembram?
"Segundo alguns psicanalistas, quando se apaixona,
você não se relaciona com alguém de carne e osso,
mas com uma projeção criada por você mesmo;
E a projeção que fazemos é a de um ser absolutamente perfeito.
Mas depois de um período a projeção acaba,
e você passa a enxergar de verdade a pessoa com quem está se relacionando.
Invariavelmente, algumas virtudes do parceiro ou da parceira
vão embora junto com a projeção, outras ficam...
E se o que ficou de cada um for suficiente para os dois,
a relação perdura, caso contrário...
Ninguém sabe o que faz o botãozinho ligar e iniciar uma nova projeção,
as vezes é quando menos se espera... ;]
O amor é inexplicável, mas tem umas coisas que você pode entender!"
Tem alguem apaixonada ai?? =D
sábado, 28 de setembro de 2013
Hoje acordei assustada depois de um terrível pesadelo, então resolvo pesquisar e vim falar para vocês os mistérios que rondam esses indesejáveis "sonhos".
O pesadelo pode ser definido como um sonho assustador, triste ou intensamente desagradável de alguma forma. Enquanto sonha a pessoa experimenta sensações como medo, ansiedade e insegurança. Frequentemente quem tem um pesadelo acorda logo em seguida, por isso consegue lembrar do que sonhou na manhã seguinte. Embora as situações pareçam reais, não é comum o indivíduo gritar enquanto sonha nem acordar com sintomas físicos típicos de quando estamos frente a uma ameaça real, como coração acelerado e suor excessivo. Se esses sintomas se apresentam, talvez o problema seja terror noturno, um distúrbio do sono que afeta principalmente crianças.
Ter pesadelos não é indicação de nenhuma desordem psicológica. Cientistas afirmam quesonhos envolvendo situações de perigo, risco de morte e elementos sobrenaturais são comuns e desempenham um importante papel em nossas vidas. Há aqueles que acreditam que os pesadelos estejam relacionados à evolução das espécies. Para eles, os perigos que aparecem em nossos sonhos seriam uma espécie de preparação para o enfrentamento de ameaças reais. Quanto mais pesadelos, maior seria a capacidade de lidar com situações perigosas e sobreviver — consequentemente, maior a vantagem evolutiva dessa espécie em relação às demais. Isso leva a concluir que o cérebro humano foi sendo configurado ao longo de milhões de anos para ser naturalmente medroso, o que nos torna mais atentos e aumenta as nossas chances de sobrevivência.
A ciência também considera a hipótese de que os sonhos ruins têm relação com nossa personalidade. Aqueles que têm pesadelos com enredos plausíveis e se enxergam em situações que realmente podem acontecer, como chegar atrasado em um compromisso muito importante, em geral são pessoas muito equilibradas. Esses costumam ter em mente limites bem definidos entre razão e emoção e possuir uma capacidade de concentração muito grande. No outro extremo, pessoas cujos pesadelos frequentemente envolvem situações surreais e elementos do sobrenatural têm tendência a misturar as coisas racionais com as emocionais e a sofrer mais com estresse. Geralmente são indivíduos de atenção dispersa, que parecem viver com o pensamento longe. A boa notícia é que pessoas que constantemente têm pesadelos absurdos são mais criativas e costumam ter mais talento para as artes.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Hoje vou tratar de um tema delicado: PRECONCEITO contra
gays, lésbicas e bi sexuais. Infelizmente vivemos em uma sociedade homofóbica.
Qual o problema de um garoto gostar de outro garoto, ou uma menina, de outra
menina? Nossa sociedade já avançou tanto, acho que o próximo passo é deixar
esse preconceito de lado e aceitar cada pessoa como ela é! Fico indignada com
noticias falando de agressões contra gays, quem os agride (seja fisicamente ou
verbalmente) devia ir preso e não sair nunca mais. Com esse posto quero tentar
abrir um pouco mais a cabeça das pessoas pra esse tema, entrem nessa campanha e
XÔ PRECONCEITO!
Bom, entrevistei 3 pessoas *Arthur (gay),* Melissa (lésbica) e *Estevan (bi)
*Nomes modificados para preservar a privacidade de cada um.
Desde já agradeço aos três por participarem da entrevista!
Bom, entrevistei 3 pessoas *Arthur (gay),* Melissa (lésbica) e *Estevan (bi)
*Nomes modificados para preservar a privacidade de cada um.
Desde já agradeço aos três por participarem da entrevista!
1. Fale um pouco sobre você (quantos
anos, se estuda/trabalha, o que gosta de fazer...)
Arthur: Bom, tenho 15 anos, curso o 2º ano do ensino médio, gosto de desenhar roupas, quero muito ser estilista.
Arthur: Bom, tenho 15 anos, curso o 2º ano do ensino médio, gosto de desenhar roupas, quero muito ser estilista.
Melissa: Tenho 16 anos, estudo e estou no 2º em,
atualmente eu curto estar com quem eu gosto (namorada, amigos), sair pra boates
e cinema também sempre é uma boa.
Estevan: Tenho 17 anos, por hora só estudo, sou mais de boa, gosto de sair com os amigos programas mais de boa, onde se possa mais conversar e curtir. Gosto de musicas, séries e alguma atividade física pra passar o tempo, ou quem sabe só sentar e ver o céu. Todos os meus amigos dizem que eu não sou um pessoa comum, que eu sou diferente, sempre foi assim ate antes deles saberem sobre mim e tals. Eu gosto disso, porque não gosto de ser comparado com ninguém.
2. Quando percebeu sua atração por garotos/garotas?
Arthur: Acho que isso não teve data certa, eu achava isso muito estranho, pelas minhas influencias abominar esse tipo de relação, achava que seria uma fase ou algo do tipo, mas eu estava na 6ª série do ensino fundamental, e comecei a ver garotos de outra forma, me sentia deslocado com eles, não fazia nada com eles sempre andei com meninas, e as vezes via q ficava meio sem lugar por ser assim.
Melissa:
Eu na verdade acho que desde sempre me sentia um pouco diferente das minhas
amigas, sempre que passava aquele “gato” na rua e elas comentavam era meio que
estranho porque eu não via nada de mais. Com o tempo eu fui percebendo que as
mulheres na rua, sim me chamavam atenção. A primeira vez que eu fiquei com uma
menina eu tinha 15 anos, pode não fazer muito tempo mas foi ali que eu percebi
que era de garotas que eu gostava.
Estevan: Eu deveria ter uns 14 anos talvez um pouco
menos, foi quando eu percebi que tinha algo diferente comigo, o que a maioria
consideraria "algo de errado" o que eu também considerei e neguei por
um tempo, ate eu perceber que não tinha outro jeito era aquilo e pronto. Mas
isso demorou um tempo, faz um pouco mais de um ano que eu realmente considerei
isso na minha vida.
3. Sua família sabe? Como foi contar? Aceitaram numa boa?
Arthur: Não, minha família não sabe de tudo isso, mas planejo contar, muito breve, não quero ter que sair escondido com meu namorado até alguém me ver, e eles ouvirem isso da boca de outra pessoa a não ser eu. Tenho receio claro, do que poderão pensar ou que farão comigo, mas estou decidido, porque se me amam de verdade não tem porque me rejeitarem.
Arthur: Não, minha família não sabe de tudo isso, mas planejo contar, muito breve, não quero ter que sair escondido com meu namorado até alguém me ver, e eles ouvirem isso da boca de outra pessoa a não ser eu. Tenho receio claro, do que poderão pensar ou que farão comigo, mas estou decidido, porque se me amam de verdade não tem porque me rejeitarem.
Melissa:
Os meus pais sabem, eu contei pela minha namorada porque a gente achava que
seria mais fácil pra gente ficar juntas se contássemos e não foi nada fácil. Eles
na verdade ainda não aceitam. Já briguei muito com minha mãe por isso mas hoje
em dia meus pais meio que ignoram essa minha opção.

Estevan: Difícil falar isso porque são todas famílias diferentes e o meu exemplo não é o melhor, meus pais são separados e por conta disso eu tenho muita liberdade. Da minha família só meu pai e minha irmã sabem, minha irmã e eu sempre fomos abertos então sempre de boa, meu pai eu quis contar porque eu achei que já estava na hora de alguém saber, alguém "de casa" saber, meu pai eu não vou dizer exatamente que ele aceitou, mas nunca fomos próximos então isso não faz muita diferença na vida dele. Ele me trata normal, a medida de tudo, mas eu ainda sinto ele um pouco, sei lá, com tudo isso ainda. A questão não é contar, o difícil é fazer a sua família assimilar que aquilo é normal. Algumas pessoas, minha mãe, por exemplo, são do tipo que eu não faço questão nenhuma de saberem, cada um é cada um, e tem a sua própria família, e todos sabem quem na sua família aceitaria mais isso e quem não aceitaria e minha mãe se encaixa muito no não aceitaria.
4. A essência desse post é tratar do
preconceito que infelizmente há, e muito. Então como é lhe dar com isso?
Arthur: É inevitável, repulsão ou surpresa ao “novo” ou aquilo que não estamos muito acostumados, é normal. Mas eu lido de forma racional, eu ignoro, mas dificilmente eu esqueço.
Arthur: É inevitável, repulsão ou surpresa ao “novo” ou aquilo que não estamos muito acostumados, é normal. Mas eu lido de forma racional, eu ignoro, mas dificilmente eu esqueço.
Melissa:
Eu particularmente nunca sofri um preconceito direto. Sempre rola as zuações e
brincadeirinhas, principalmente no colégio. Mas normalmente isso acontece entre
amigos e eu acabo levando na brincadeira.
Estevan: É difícil pra todos, eu
admito que apesar de conseguir viver passando por cima disso, não é fácil e nem
todo mundo consegue não se importar. Como eu falei eu sou diferente, e eu sem
duvida sou do tipo que não liga pra opinião alheia, só considero realmente
aquelas pessoas que eu me importo e se importam comigo também. Apesar de ser
fácil pra eu conseguir viver na sociedade pra grande maioria não é, o meu jeito
como pessoa e os meus conceitos facilitam isso, mas a grande maioria é muito
julgada pelo seu jeito, roupas, ações, palavras, etc.. A sociedade não enxerga
que isso é normal, ou pior ela não enxerga que isso existe, a grande maioria
das pessoa não tem exatamente preconceito e sim uma repulsa, por não conhecer e
só por achar, achar e achar. As pessoas sabem de algo criam um conceito e vivem
nele, se essa visão fosse mudada provavelmente uma grande parte do preconceito
acabaria, pelo fato das pessoas não verem aquilo na suas vidas, acaba sendo
algo fora do comum. Nos somos uma minoria apesar de tudo, mas uma minoria
barulhenta que abala a maioria, na minha cabeça é tosco isso de ter que lutar
pelo nossos diretos, pelo nosso espaço, quando isso é uma coisa que já tem que
existir. Ninguém gosta de abaixar a cabeça pro outro, ninguém é melhor que
ninguém então ninguém tem que fazer isso.
5. Já sofreu muito preconceito? Conte-nos uma situação que tenha passado.
Arthur: Sim já, desde sempre andei com garotas, era com quem me identificava, dessa forma eles (os garotos) percebiam que não era como eles. Então sempre riam quando eu falava ou lia textos na aula, gritavam palavras desagradáveis pra me atingir.
Teve
uma vez, acho que foi a mais constrangedora pra mim, eu estava sentado como de
costume com minhas amigas na hora do intervalo, veio um menino, duas séries a
cima da minha e me chutou, o amigo dele riu, e algumas das minhas “amigas”
também, e ele irônico me pediu desculpas, dai ele deu a volta no corredor e me
chutou novamente eu sem sabia o que fazer por medo, e com vergonha pelas minhas
amigas abaixei a cabeça e esquivei a perna de modo que não tinha como me
atingir. Depois ele sentou-se no grupinho com minhas amigas com o amigo dele e
começou a fazer gracinha para uma delas, que não parava de rir, depois de um
tempo dele conversando repararam que eu estava de cabeça baixa, não queria
estar ali, mas por medo de sair de lá ou de chorar na frente de todos fiquei
quieto lá. Essa hora, que me repararam ele começou a me usar como piada,
perguntando se eu tinha algum amigo garoto, ou se já tinha “pegado” alguma
menina, mas eu fiquei calado, uma das meninas falou que eu era marido dela, ele
começou a rir e falou isso é coisa de baitola. E me deu um tapa na cabeça, daí
a mesma menina me abraçou e xingou ele, eu não sabia o que fazer eu estava
muito envergonhado e não via a hora de sair daquele lugar.
E
cada dia que isso acontecia, eu tinha mais medo de ir à escola, e eles fazerem
a mesma coisa de novo ou pior, eu saia e entrava o mais rápido, para que não me
vissem e terem do que rir.
Melissa:
Nunca sofri muito preconceito mas teve um pouco na parte da minha mãe. Eu
fiquei mal por ela não aceitar e querer mudar o meu jeito mas relevei ,até
porque nenhuma mãe gostaria de uma filha lésbica.
Estevan: Já sim, não
explicito, tipo na minha cara mas sim situações bem chatas. Eu penso o
seguinte, você pode não gostar de uma pessoa pelo que ela é, pelo jeito dela ou
algo assim, você pode muito bem considerar uma pessoa chata, insuportável ou
sei lá mais o que, existem milhões de motivos pra não se gostar de alguém, você
não é obrigado a gostar de todos os heteros só por eles serem heteros não é? É
a mesma coisas vc não é obrigado a gostar de todos os gays, bis e lésbicas, não
é isso que a gente quer, só queremos não ser diferentes, mas gente chata tem em
todo lugar. Mas vc não pode julgar ela ou reprimir, ou qualquer outra coisa do
tipo, por uma escolha sexual, oq afinal não é uma escolha, isso é de cada um e
é inevitável, ou seja ninguém escolhe.Já passei situações do tipo, estar em lugares públicos, frequentados por pessoas de verias opções, e mesmo assim ainda ter que ouvir algum babaca ou uma vagabunda qualquer gritando algo idiota nas minhas costas, ou alguém simplesmente passando e me olhando de forma estranha só por estar com alguém as vezes do mesmo sexo. Eu falo assim porque quem me conhece sabe, que o único jeito de saber oq eu sou é me conhecendo muito bem ou me ver junto com outra pessoa. Só acho muito fácil vc gritar algo de longe sem saber, sem conhecer e apenas julgar oq vc acha que errado só pq na sua cabeça algo diz que é assim. Sinceramente, eu tenho muita preguiça de pessoas assim, porque é o tipo de gente que simplesmente não vale a pena, a pessoa não tem noção das coisas e não tem nem a noção do ridículo de ver q o q ela ta fazendo chega a ser triste, mas não digno da minha pena.
6. Como você acha que a sociedade encara a homossexualidade hoje em dia?
Arthur: Já é normal isso, mas existem pessoas com vários tipos de opiniões, os que tratam como se fosse uma doença, os que entendem que não é escolha, e outros que simplesmente forçam pra entender, mas que não querem entender a verdade.
Melissa:
Já foi pior. Hoje com o número de homossexuais se assumindo, acho que as
pessoas passaram a entender que a partir do momento que elas “saem do armário”
quer dizer que estão prontas pra enfrentar o que vier e que se elas são assim,
são porque nasceram assim e nada vai muda-las. As pessoas estão finalmente
entendendo que somos todos iguais, e não é uma opção sexual que vai mudar isso.
A sociedade está mudando, mas ainda há muito o que fazer pra que todos vivam em
paz.
Que
a sociedade julga qualquer um precipitadamente todo mundo sabe, pq isso é o
preconceito. E ele vai existir enquanto as pessoas simplesmente fecham os olhos
quando o veem em ação.
Estevan: Ela não encara, ela tapa os
olhos e finge que não vê. Ate quando algo acontece dentro da casa dela ou
próximo o suficiente.. Falo da grande maioria, algumas famílias, tem pessoas
que realmente entendem e não dão a mínima pra isso é tão normal quanto o normal
7. O que acha que se deve fazer para a
integração social dos homossexuais e diminuir o preconceito?
Arthur:
Mais informação, pelo motivo de ser questão de opinião, então vai de cada
pessoa querer entender, se não tiver muitos lugares mostrando o que é, não tem como
mudar. Mas não precisa aceitar ou gostar ou aprovar isso, somente é preciso o
respeito, e a compaixão.
Melissa:
Não há mais nada a ser feito além de conscientizar as pessoas a pararem de ter
um pensamento tão sujo a ponto de pensar que uma pessoa deve sofrer preconceito
porque gosta de pessoas do mesmo sexo.
Estevan: Acho que sei lá, mostrar as
pessoas o q já existe, tenho certeza que se a Tv mostrasse verdadeiramente o q
acontece, muita gente acordaria.. Sim outros ficariam ainda mais revirados, mas
se não lidarmos com eles, não poderemos viver, como disse gente chata tem em
todo o lugar. Acho que é basicamente isso informação, o q falta. E acho que a
interferência demais de questões religiosas, ninguém pode dizer a ninguém o q é
certo ou errado, isso é um dos grandes problemas, as pessoas tem medo de se
assumir por causa da repressão da família por causa desses costumes ditados por
outros. Outro problema são que essas pessoas cercadas por religiões, são cegas
muitas delas nem sabem o motivo de não aceitarem aquilo, é basicamente por que
alguém falou pra elas que é errado e pronto. Acho isso muito ridículo.. E Não,
Deus não tem nada haver com isso, as pessoas tem que ver que Deus é muito mais
que uma religião, ou alguma imagem ou algo escrito. Ele não quer que a
diferença receba um fim pela força ou qualquer coisa, ele só quer que vivamos
com a diferença como algo bom. Pelo menos eu acredito nisso, não podemos gostar
de todo mundo, e nem precisamos, mas não podemos nunca julgar alguém por algum
motivo fútil, e pensar no outro antes de agir ou fazer algo.
8. Deixe um recado ou acrescente algo que você queira. Totalmente ao seu
critério.
Arthur: Tudo que eu passei, por todo esse tempo, que eu aguentei calado não falava com ninguém por vergonha, e hoje já falo disso com mais facilidade, isso serviu pra me mostrar que eu não escolhi nascer assim, eu não escolhi apanhar na escola, não escolhi ser olhado de forma diferente, eu apenas nasci assim.
Arthur: Tudo que eu passei, por todo esse tempo, que eu aguentei calado não falava com ninguém por vergonha, e hoje já falo disso com mais facilidade, isso serviu pra me mostrar que eu não escolhi nascer assim, eu não escolhi apanhar na escola, não escolhi ser olhado de forma diferente, eu apenas nasci assim.
Melissa:
A minha dica, é pra vocês que pensam em se assumir em casa e etc. Não façam
isso antes de ter certeza do que sentem, não façam isso porque a sua
namorada/namorado pediu, não façam isso sob pressão alguma, não façam isso
achando que seus pais são liberais e principalmente, não façam isso precipitadamente.
A não ser que já tenham mais de 18 anos e condições pra se bancar sozinhos. É
uma coisa que pode mudar sua vida completamente. Palavras de uma garota que se
arrepende imensamente de ter se assumido para os pais antes da hora, eu.
Estevan: Acho que as pessoas deveriam
pensar pela sua própria cabeça, mas considerar o novo e o diferente sempre como
algo bom, sempre tentar ver o lado bom, não digo isso só por essa questão da
sexualidade, mas pra vida. Em outras palavras veja e aprenda antes de formar a
sua opinião, e não seja levado pela opinião do outro. Acho que é bem isso.
Espero que tenham gostado das entrevistas e que abram mais a mente para esse assunto, diga NÃO ao preconceito!!
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros.Um dia avisaram para os moradores desta ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou:_ Fujam todos, a ilha vai ser inundada.Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto. Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais na ilha.Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda.Estava passando a riqueza e ele disse:- Riqueza, leve-me com você.
Ela respondeu:
- Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber.Passou então a vaidade e ele pediu:- Oh! Vaidade, leve-me com você.- Não posso você vai sujar o meu barco.Logo atrás vinha a tristeza.- Tristeza, posso ir com você?- Ah! Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.Passou a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela. Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar.Então passou um barquinho, onde estava um velhinho.- Sobe, amor que eu te levo.O amor ficou tão radiante de felicidade que esqueceu de perguntar o nome do velhinho.Chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria:- Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui?Ela respondeu:- O tempo.- O tempo? Mas, por que só o tempo me trouxe aqui?- Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Hoje pela manhã estava no carro e ouvindo a Rádio CBN até que um colunista ( eu acho ) começou a falar sobre 'PROBLEMAS' segundo ele a palavra é de origem grega e quer dizer 'passe a diante'. Ele disse que a gente não resolve o problema, apenas o transfere para outra pessoa. O exemplo que ele deu: 'Se uma fábrica de papeis entrar em crise, é um problema da fábrica. Então ela demiti funcionários, passando o problema para eles (desemprego). Como esses funcionários estão desempregados, eles param de comprar o biscoito de chocolate e com isso transfere o problema para a fábrica de biscoitos. Outro exemplo é você chegar no seu trabalho e alguém lhe dizer, TEMOS um problema, usando esse termo no plural você passa a ter um problema que não era seu. Resultado: ou você senta com mais pessoas em uma reunião para decidir pra quem repassar aquele problema" (lembrando que não foram essas palavras exatamente, escrevi com minhas palavras o que eu entendi)
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Um lenhador tinha um bebê e um leão em casa, o leão servia como guarda do
bebê. O lenhador ouvia conselhos de pessoas que diziam: o leão vai matar
seu filho quando ele sentir fome! Mas a sua confiança no animal era
muito grande. Certo dia quando o lenhador chegou em casa encontrou o
leão com a boca cheia de sangue. No desespero o lenhador suou frio e sem p
ensar, acertou o machado na cabeça do leão, matando-o. Ao entrar no
quarto, encontrou seu filho dormindo, salvo, e ao lado do berço havia um
urso morto. Se você confia em alguém, não importa o que os outros digam
a respeito. Nunca se deixe levar. #Reflita
Em uma sala de aula, havia várias crianças, quando uma delas perguntou:
Professora, o que é o AMOR?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta a altura da pergunta que fizera, como jpa estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:
Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:
Eu trouxe uma FLOR. Não é linda?
A segunda criança falou:
Eu trouxe uma BORBOLETA. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
Eu trouxe este FILHOTE DE PASSARINHO. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo topo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:
Meu bem, porque você não trouxe nada?
E a criança respondeu:
Desculpe professora. Vi a FLOR e senti seu perfume. Pensei em arranca-la, mas resolvi deixa-la para que ser cheiro exalasse por mais tempo. Vi também uma BORBOLETA leve e colorida. Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisiona-la. Vi também o PASSARINHO, caído entre as folhas. Mas ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe, e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trouxe comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos do passarinho. Como posso mostrar o que eu trouxe?
A professora agradeceu a criança e lhe deu a nota máxima, pois ela foi a única que percebera que só podemos trazer o AMOR NO CORAÇÃO
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